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No final de 2003, os professores de educação básica tiveram uma grande conquista na Justiça do Trabalho. Entre outros direitos, o Dissídio Coletivo resultou no reajuste de 16,42% e ticket-refeição de R$ 6,50 (22 unidades ao mês).
Apesar de estarem obrigadas a cumprir a sentença, muitas escolas ainda não pagaram o que devem.
Com o início do ano letivo, recomeça também a luta pelo integral e imediato cumprimento do dissídio.
Não dá para começar o planejamento escolar ignorando este problema. Veja, então, o que pode ser feito nesta semana:
1. Converse com os seus colegas sobre o assunto. Explique que juntos, professores e sindicato têm como cobrar o respeito ao Dissídio.
2. Explique que a sentença está valendo, ainda que o acórdão (texto definitivo) não tenha sido publicado (pelos menos, até 22/jan). Diga que sindicato patronal recorreu em dezembro, mas lembre-se do mais importante:
o recurso não suspende a sentença.
3. Proponha que a direção da escola
seja chamada para informar quando e como irá cumprir
todo o Dissídio.
4. Compareça, com os seus colegas, à assembléia do dia 31/01, no SINPRO. Neste dia, além da discussão sobre a Campanha Salarial 2004, o sindicato irá deliberar, junto com a categoria, sobre as alternativas para obrigar ao cumprimento do dissídio.
A LUTA RECOMEÇA AGORA!
31/01, às 10h, no SINPRO
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